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Crítica de Filme – Círculo de Fogo – A revolta

Ao assistir Círculo de fogo  – A revolta me lembrei muitoo dos desenhos japoneses que eu assistia na minha infância com meu irmão.  Principalmente Jaspion. Por diversas vezes eu queria pilotar aquele robô imenso e salvar o mundo rs… Nesse clima de nostalgia se apresenta Círculo de Fogo – A Revolta.

 Círculo de Fogo – A revolta

Com direção de Steven S. DeKnight e  produção Guilheme Del Toro (faturou o Oscars desse ano com o filme “A forma da água“). Guilherme é fã dessa nostalgia no cinema. E continua firme nesse segundo filme da franquia. Acho que essa deva ser a razão de sua participação.

Círculo de fogo tem um público especifico. Os amantes desse tipo de filme ficaram um pouco despontados pois, este  filme não empolga tanto quando o primeiro. Mas é bom filme principalmente para quem gosta do gênero!

Para você não ficar perdido, o filme quando a história da batalha os humanos que pilotam seus robôs os Jaegers ( você vai lembrar de Jaspion), com direito a espadas e chicotes contra os Kaiju.

blogueira de cinema belo horizonte

Jake Pentecostes (John Boyega) renega o legado deixado por seu pai o falecido Stacker Pentecost (Idris Elba). A sequência cronológica do filme é de 10 anos de um acontecimento para o outro.

Jake (John Boyega) após não fazer mais parte do projeto dos Jaegers, para sobreviver entra para o mercado negro vendendo peças de jaegers roubada e após ser pego pela policia sua meia-irmã, Mako (Rinko Kikuchi), acaba  o reintegrando ao projeto, incluindo a órfã Amara (Cailee Spaeny). Jake conhece Amara no roubo não bem sucedido de peças de Jaergers.  Amara se mostra uma promissora piloto de Jaegers.  Juntos aprendem o valor de uma equipe.