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Crítica Monster Hunter 2021

Serei breve e objetiva; Monster Hunter 2021 de  Paul W.S. Anderson, veio apenas para consagrar Milla Jovovich como uma atriz de filmes de ação e que continua frente do seu tempo.

Sinopse do de Monster Hunter 2021

Um esquadrão de elite  do exército comando por Artemis (Milla Jovovich ) é transportado para uma dimensão paralela através de um portal dimensional. A equipe se vê obrigada a sobreviver neste mundo lutando com monstros.

Monster Hunter

Hoje é comum ver no cinema e em séries também, atrizes magras, malhadas, cheias de múltiplas habilidades de lutas, manuseio de espadas, armas etc.

 Milla Jovovich abriu as portas para esse estereótipo deste 1997 em O Quinto elemento. Porém, muitos desses atributos ofuscam a verdadeira essência da arte do cinema.  

A interpretação!

Crítica Monster Hunter 2021

Baseado numa famosa franquia de games, Monster Hunter é o filme típico de quem ama explosões, monstros e sobrevivência  surreias dos protagonistas. Se você não se importar muito com a narrativa, assisti tranquilamente.

O filme começa com a equipe fazendo uma ronda pelo deserto e então, ´são lançados para um mundo paralelo.

Esse ambiente hostil elimina toda a equipe, claro, menos a protagonista sem nenhuma cerimônia.

Acredito que deva ser para chocar o telespectador.

Então, aparece o personagem mais interessante do filme, o casca- grossa Hunter interpretado por Tony Jaa.

Ele não fala a inglês mas isso, nem importa, eles se comunicam através da linguagem universal, a mimica.

A química entre Tony Jaa e Milla Jovovich são bem reais, e chegam até ser divertidas além de, entregar boas atuações.

 A capitã Artemis, é capaz de várias estripulias quase sobre-humanas. Ficar sem água, aprender a lutar em tempo recorde. Ser lançada de alturas e sobreviver com apenas alguns roxos e por aí vai.

Assistindo sem pensar nesses detalhes é até divertido se colocar no lugar dela superando todos os obstáculos.

Participação de Nanda Costa em Monster Hunter

Monster Hunter – Nanda Costa

Tivemos aquela empolgação em termos mais uma brasileira em filmes hollywoodianos, a Nanda Costa. Mas me desculpe estragar a surpresa.

A participação de Nanda é uma palavra e menos de 30 segundos na tela.

Claro, é um começo. Torço por ela!

Mas neste filme quase não há diálogos.  O maior dialogo é entre Artemis e Admiral (Ron Pearman). 

O longa tem potencial a ser explorado.  Personagens interessantes que podem agregar a trama, dando um descanso para a protagonista de algumas lutas,  apesar de não conhecer o Jogo de vídeo game.

 Mas essa é minha opinião do ponto de vista como telespectadora.

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