Mallandro – O Errado Que Deu Certo, traz Sérgio Mallandro de volta às telonas protagonizando sua própria cinebiografia. O filme é uma homenagem sincera, divertida e repleta de nostalgias, que leva os fãs às gargalhadas e emoções.

Dirigido por Marco Antonio de Carvalho, o longa mistura comédia e emoção trazendo elementos reais da vida do humorista com um pitada de ficção, afinal, é preciso misturar ambos para que o riso pode ocorrer de forma gratuita.
MALLANDRO E A FIXAÇÃO NO PERSONAGEM
Mallandro encontra-se em uma fase ruim de sua vida, sem dinheiro e vivendo do sucesso de seu passado, ele precisa se reinventar.
Recém eliminado de um reality show e com dívidas se acumulando, Sérgio Mallandro aceita participar de um piloto para um novo programa de auditório. E tudo vira de pernas pro ar, quando uma pegadinha dá muito errado, e ele se vê entre a vida e a morte, diante de uma escolha que afetará sua carreria para sempre.



A trama se desenrola em um emaranhado de fatos e invenções, que apresenta um Mallandro incapaz de sair de seu papel, seu personagem, para encarar fatos do quotidiano que exigem sua máxima atenção imediata. Boletos, intimações, possibilidade de hipoteca de sua casa e a guarda de seus filhos.
MALLANDRO E OS REENCONTROS NOSTÁLGICOS
O tão desejado reencontro de Mallandro e Xuxa, acontece de forma inusitada, cômica, com uma tentativa de “chamar a atenção” de Mallandro por seus piadas um tanto inadequadas e dar-lhe uma nova oportunidade de repensar a vida, a carreria e suas ações.
Temos também a presença de Zico, Lúcio Mauro Filho, Nany People, Marcelo Marrom, Fernando Caruso, Hugo Bonemer, entre outros. Convidados que compuseram o filme de forma bacana, trazendo um pouco mais de frescor.
ROTEIRO
O roteiro é assinado por Pedro Antônio, Sylvio Gonçalves, Sergio Mallandro e Ulisses Mattos. Todos fizeram questão de trazer em cena o tom que Sergio Mallandro sempre usou, seja como personagem ou na vida real, até porque, ele não separa um do outro neste longa.
Ele assume seus Glu Glus e Ye Ye por inteiro, não só desde o início de sua carreria nos anos 90, mas para seu quotidiano com as pessoas quem convive o que nos leva a pensar que deve ser um saco conviver com ele.


Para aleḿ destes destaques, há uma ausência de peso dramático nas situações vividas que buscam um pouco deste tom. Ficando banal, artificial e sem propósito, utilizando-se de repetidas tomadas dos cartões postais do Rio, sem nenhuma criatividade para a fotografia.
CONCLUSÃO
Aos que gostam da personagem do Sérgio Mallandro, podem se divertir ao assistir o filme, sem esperar uma carga dramática, apenas flashs rápidos, muitos bordões, um produção um tanto enfraquecida e nostalgia do início ao fim.



Comédia que chega esta semana nos cinemas e trará muita nostalgia, como dito, àqueles que cresceram assistindo as bestagens de Mallandro em sua carreira no início de seu personagem. Vale a pena conferir e levar a família para essa comédia simplista.
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